Plano de Continuidade de Negócios: o que é e como estruturá-lo?

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Plano de Continuidade de Negócios: o que é e como estruturá-lo?

Você sabe o que é e para que serve um plano de continuidade de negócios? Saiba que este é um dos principais itens garantidores da perenidade das empresas e a forma mais adequada e barata de se fazer um seguro do negócio.

Imagine uma empresa de construção que sofre um impacto operacional ao ver um prédio construído por ela ruir. É por meio do plano de continuidade de negócios que esta empresa pode continuar existindo e prosperando no seu ramo de atuação.

Todo negócio envolve riscos e é por isso que a empresa precisa ter um PCN. No caso de um problema ou evento negativo grave, o plano cuida para que a organização supere a questão com o mínimo de prejuízo possível, preservando sua imagem e seu patrimônio.

Para entender melhor o que é o plano de continuidade de negócios e como estruturá-lo, continue a leitura!

Como funciona?

O PCN é elaborado internamente, por meio da reunião de membros de diversas equipes e tem como objetivo traçar estratégias e planos de ação que garantam o funcionamento e a disponibilidade dos serviços essenciais da empresa durante qualquer tipo de falha, até que ocorra a normalização da situação.

O plano de ação deve contar com premissas básicas a serem cumpridas durante a crise, que vão desde o funcionamento de sistemas primários até a forma como os porta-vozes lidarão com a imprensa, caso a crise atinja grande repercussão na opinião pública.

Em geral, os planos de continuidade de negócio são muito populares em empresas que trabalham com serviços de alto risco, como aviação ou mineração. Mas a verdade é que qualquer empresa que possua uma visão integral e abrangente dos seus processos de negócio, e que deseje permanecer forte no mercado, deve possuir um PCN bem estruturado.

Como estruturá-lo?

O plano de continuidade dos negócios deve começar pela identificação de quais são os setores essenciais para que a organização continue funcionando durante a crise. Exemplo: se estivermos falando de uma companhia telefônica, é preciso que os clientes possam continuar utilizando seus aparelhos normalmente.

As áreas necessárias para garantir esses serviços devem ser prioridade do PCN. O trabalho pode envolver desde o treinamento de funcionários até a automatização de processos.

A partir dessa identificação, o plano deve ser dividido em 4 partes:

  • Plano de Contingência: este é o plano emergencial, que deve ser utilizado em último caso. Entra em cena quando todas as prevenções realizadas anteriormente tiverem falhado. O Plano de Contingência lista as ações mais imediatas do PCN.
  • Plano de Administração ou Gerenciamento de Crises: esta é a parte na qual está a definição das funções e responsabilidades das equipes responsáveis pelo acionamento das ações de contingência. Ele deve ser consultado antes, durante e após a crise.
  • Plano de Recuperação de Desastres: após a crise, é preciso um planejamento para que a empresa retorne aos seus níveis normais de operação. Essa é a fase do PRD.
  • Plano de Continuidade Operacional: esta parte do PCN é responsável por manter as funções mínimas da empresa durante os impactos causados pela eventual crise. Um exemplo: a continuidade da conexão com a Internet.

E aí, viu a importância do plano de continuidade dos negócios? Agora é hora de começar a trabalhar na implementação do seu. Aproveite e registre a sua experiência nos comentários do post!