Conheça as 5 melhores práticas de gerenciamento de política de BYOD!

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Cada vez mais empresas adotam uma política de BYOD, sigla em inglês para “bring your own device” — que pode ser traduzido como “traga o seu próprio equipamento”. Negócios das mais variadas áreas escolhem essa metodologia por causa de suas muitas vantagens, como a diminuição de gastos com dispositivos móveis corporativos.

Quando os funcionários utilizam celulares, notebooks, tablets e outros equipamentos particulares para atividades de trabalho, as empresas conquistam diversos benefícios. Porém, é preciso que uma política de BYOD seja elaborada e seguida à risca, pois o método também exige cuidados.

A seguir, listamos as 5 melhores práticas de gerenciamento de BYOD para que você possa desenvolver na sua empresa. Continue a leitura!

1. Habilite o BYOD de maneira estratégica

Ao habilitar o uso do BYOD em sua empresa, é preciso ser estratégico e pensar sempre em como esse formato de trabalho pode ou não ser útil para a organização.

No caso de uma empresa que trabalha com vendedores externos, por exemplo, eles precisam de smartphones para fazer contatos com clientes. Portanto, o gasto com celulares corporativos é muito elevado.

Em situações como essa, o BYOD pode ser uma solução ideal e estratégica para diminuir a necessidade de investimentos na compra e manutenção de equipamentos.

2. Gerencie os dispositivos de forma eficiente

O gerenciamento dos dispositivos também precisa ser feito de forma eficiente para que problemas não se tornem frequentes na organização. É recomendado usar programas de gerenciamento de dispositivos móveis.

Esses programas determinam locais específicos ou quais aparelhos podem se conectar à rede da empresa e bloqueiam acesso a determinados aplicativos, entre outros recursos.

3. Dê atenção à manutenção e aos direitos de uso

A manutenção dos equipamentos utilizados no BYOD deve ser levada em consideração pela empresa, por mais que os dispositivos sejam dos funcionários. Afinal, se eles não estiverem em boas condições de uso, as atividades a que são destinados podem não ser executadas corretamente.

Elabore políticas internas para que a empresa ofereça assistência técnica especializada para os colaboradores. Além disso, desenvolva softwares para que eles não tenham seus direitos de uso dos equipamentos para fins pessoais ferido.

A ideia é que aplicativos próprios para o trabalho funcionem apenas no horário em que o funcionário está na empresa, por exemplo. Isso também evita que ele trabalhe fora do horário, o que pode gerar processos trabalhistas.

4. Acompanhe a produtividade do uso de BYOD

O gestor precisa acompanhar de perto a produtividade do uso de  BYOD. Pode-se gerar métricas como uma possível melhoria para utilizar sistemas, uma vez que o colaborador já conhece os equipamentos em que ele roda.

Com esses indicadores em mãos, você vai saber se o BYOD está sendo uma prática positiva ou não para a sua empresa.

5. Considere a nuvem

Para executar atividades em seus smartphones, por exemplo, é normal que os colaboradores precisem acessar um determinado sistema ou baixar um aplicativo.

Dessa forma, para evitar que o funcionário precise fazer downloads de programas ou guardar arquivos da empresa em seu dispositivo, trabalhar com a computação em nuvem é a alternativa mais indicada.

Adotando essas 5 práticas de política de BYOD, você certamente vai ter mais êxito ao permitir que sua equipe use seus dispositivos pessoais na organização.

Para continuar aprendendo sobre o assunto, veja também nosso post sobre o que é BYOD e como você pode gerenciá-lo em sua empresa!