O que você precisa saber para ter segurança em TI

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Com o crescimento da tecnologia e sua presença na rotina das empresas que buscam maior agilidade e produtividade é cada vez mais comum haver preocupação com segurança em TI.

Afinal, ao contrário do que se costumava pensar há algum tempo, os riscos deste cenário passaram a abranger inúmeras situações que envolvem dados estratégicos para as companhias e não mais se restringem a ideia de “pegar um vírus”, casos em que somente pensar em evitar alguns arquivos suspeitos ou ter um antivírus já era suficiente para dar certa tranquilidade.

Hoje este conceito diz respeito a uma realidade que inclui diversos tipos de acesso, com vários protocolos diferentes de rede fazendo a conectividade de informação entre várias máquinas e estações,  riscos maiores de furto de dados, numerosos programas que podem apresentar falhas, visitantes acessando a rede e transmissão contínua de dados entre origens e destinos nem sempre seguros, o que configura um verdadeiro desafio para os gestores.

Por tudo isso é preciso pensar a segurança em TI como algo mais complexo, que demanda profissionais especializados, os quais preferencialmente possam indicar soluções sob medida, mapeando adequadamente as necessidades e vulnerabilidades da empresa e estruturando uma rede competente e protegida.

Para ajudar a entender o que é essencial para ter segurança em TI e o que você precisa saber para ter segurança em TI, elencamos a seguir o que precisa ser garantido:

1- Não dispensar um antivírus de qualidade e um bom firewall

Mesmo que não seja a única medida, é indispensável o uso de um bom antivírus, que combine bom desempenho com atualização constante. Assim como as ameaças atuais mudam rapidamente, um bom antivírus deve ser capaz de se desenvolver para identificar novos riscos. Uma solução antimalware oferecida por um fornecedor de qualidade pode ajudar a garantir esta etapa.

Já um bom firewall complementa a segurança, pois protege o computador mais a nível de conexão de redes. Enquanto o antivírus garante maior segurança nos arquivos, o firewall atua fortemente na troca de informações.

E o que isto significa para a empresa? Os ganhos são muitos, principalmente no contexto do trabalho remoto – uma vez que no regime de home office as empresas tendem a ficar mais vulneráveis a ataques: estes dois recursos representam benefícios que vão além da mera funcionalidade. 

Além de proteger contra vírus e intrusos, evitam problemas de proporções maiores que venham a afetar toda a empresa. Operações que fiquem eventualmente paralisadas por conta de atrasos ou ameaças em outros setores podem comprometer todo o rendimento. Um funcionário que fica sem computador perde tempo e produtividade.

Além disto, dados pessoais roubados podem gerar responsabilidades sérias para a empresa, principalmente com as novas legislações de proteção de dados LGPD e GDPR. Portanto, quanto maior a segurança, maior a rentabilidade e menor a probabilidade de prejuízos.

2- Seus processos não precisam ficar restritos a máquinas

Investir em mobilidade também faz parte de ter segurança em TI atualmente e também maior agilidade nos negócios. Armazenando seus dados em um ambiente virtual que não dependa de servidores físicos previne a empresa de enfrentar problemas com panes, roubos e danos, além de permitir que as equipes trabalhem muito mais integradas e que os gestores tenham maior controle de todos os procedimentos realizados a partir de onde estiverem, o que também aumenta o monitoramento e a segurança.

3- É prudente fazer backups com frequência

Se não estiverem sincronizados, é importante que os backups sejam feitos regularmente, para garantir que nenhuma informação se perca, principalmente em caso de imprevistos como desastres naturais que danifiquem ou queimem equipamentos, por exemplo.

Tendo tecnologia móvel e serviços em nuvem fica mais fácil configurar para salvar suas informações onde quer que esteja e facilitar esta proteção. Além disso, é importante prestar atenção ao RPO e RTO das soluções de backup.

O RTO é uma sigla para Recovery Time Objective e  é utilizado para mensurar o tempo máximo que um sistema ou dado pode ficar indisponível após uma falha. Já o RPO é uma sigla para Recovery Point Objective e é um indicador utilizado para empresas mensurarem a quantidade de informações que podem ser recuperadas após uma falha operacional.

Uma rotina de backup eficiente é aquela que considera essas métricas em seu planejamento e garante mais segurança para a empresa em cenários de contingência.

4- Foco na prevenção e cultura colaborativa

As duas coisas são extremamente importantes quando o assunto é segurança. Engajar os funcionários com a responsabilidade de manipular os computadores e informações com cautela, usar criptografia e tomar cuidado com senhas e acesso somente a endereços confiáveis é essencial para mostrar que a TI pode ser mais ativa na prevenção.

Para isso, precisa haver conscientização de todos os níveis hierárquicos a respeito da responsabilidade de seguir critérios de segurança. Afinal, o bom alinhamento dos funcionários com o uso adequado das ferramentas torna não só o setor de TI eficiente e seguro, mas toda a empresa.

Essa conscientização pode ser feita através da elaboração conjunta de uma Política de Segurança da Informação. A PSI além de promover mudanças na cultura da organização e orientar os funcionários, garante um ambiente de trabalho mais seguro e adequado à LGPD.

Além disso, ter um Plano de Continuidade de Negócios e um plano de Disaster Recovery também são formas de se prevenir contra eventualidades que podem prejudicar o bom funcionamento dos negócios. 

E então, o texto “O que você precisa saber para ter segurança em TI” ajudou a entender os aspectos mais importantes da segurança em TI no ambiente organizacional? Que tal compartilhar nas redes sociais?

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